Em 20 de janeiro de 2026, uma mulher compareceu à 1ª Delegacia de Atendimento à Mulher em Campo Grande para solicitar medidas protetivas de urgência. Ela relatou que, após 24 anos de casamento, o convívio com seu ex-marido tornou-se insuportável devido a brigas frequentes.
Segundo ela, os filhos do casal já presenciaram várias discussões, o que a motivou a buscar proteção. A comunicante informou que não deseja permanecer nessa situação e busca medidas legais para sua segurança.
Foi oferecido à vítima acolhimento na Casa da Mulher Brasileira, mas ela optou por não permanecer no local nem retirar seus pertences imediatamente. A delegacia orientou sobre a possibilidade de agendar a retirada de pertences após deferimento judicial.
Ela foi informada sobre opções de auxílio, como transporte e alimentação, caso necessário, e orientada a buscar a Defensoria Pública para eventuais queixas-crime.
As orientações também incluíram contatos para prorrogação de medidas protetivas e para acompanhamento psicossocial no Centro Especializado de Atendimento à Mulher.
A comunicante foi informada de que as medidas judiciais, se deferidas, serão cumpridas por Oficiais de Justiça. A delegacia forneceu contatos para mais informações, reforçando o apoio disponível.
De acordo com as autoridades, o caso está em processo de avaliação, aguardando decisão judicial sobre as medidas solicitadas.
A mulher foi instruída a procurar acompanhamento adequado e aguardar o deferimento das medidas pelo Poder Judiciário.