
Em 10 de janeiro de 2026, a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de violência doméstica em um local do bairro Guanandi, em Campo Grande. Uma equipe se deslocou até o endereço após o pedido de ajuda de uma mulher.
No local, os policiais encontraram uma mulher desesperada e trancada em um quarto, onde seu companheiro havia fechado a porta para impedi-la de sair. Ao ser abordado pela equipe, o homem estava visivelmente embriagado e mostrou-se agressivo, recusando-se a colaborar.
A situação agravou-se quando o homem ofereceu resistência ativa. Foi necessário o uso controlado de um Taser para imobilizá-lo, de acordo com os procedimentos de segurança.
Segundo relato policial, a mulher apresentava sinais de agressão, incluindo inchaço no rosto e mordidas. Seu filho também teria sido agredido pelo padrasto, ficando com ferimentos no nariz.
Após a contenção, o homem foi levado à UPA para atendimento médico. Ele apresentava cortes e hematomas, mas estava consciente, com sinais de embriaguez. A mãe e o filho dispensaram atendimento na unidade de saúde.
O autor foi conduzido à Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher (DEAM), onde o caso foi registrado. No momento da apresentação, ele estava com a roupa do corpo e portava um celular danificado.
De acordo com o boletim de ocorrência, o uso de algemas foi necessário para garantir a segurança dos envolvidos durante o transporte.
O incidente, registrado pela Polícia Militar e pela DEAM, continua sob investigação, e medidas protetivas podem ser aplicadas conforme o prosseguimento do caso.