
Em 10 de janeiro de 2026, a Polícia Militar foi acionada para uma ocorrência de desentendimento familiar no bairro Jardim Noroeste, em Campo Grande. A intervenção se deu após uma mulher relatar à polícia que seu ex-companheiro se recusava a deixar o imóvel de sua posse, causando desconforto e insegurança.
O episódio começou ainda pela manhã e envolveu acusações de ciúmes e exigência de dinheiro por parte do ex-marido. A polícia tentou mediar a situação, mas o homem resistiu em deixar a residência, apesar das orientações dadas pelos agentes.
O indivíduo foi acusado de proferir ameaças, dizendo que "quebraria tudo na casa" e, posteriormente, foi detido e encaminhado à autoridade policial. A condução foi realizada com o uso de algemas para garantir a integridade física dos envolvidos.
De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima mencionou que ouviu do ex-companheiro a ameaça de que "iria te matar e acabar fazendo uma desgraça hoje".
A Polícia Militar solicitou apoio para levar a mulher à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) para medidas cabíveis, incluindo a solicitação de medidas protetivas.
A vítima foi orientada sobre os procedimentos legais e recebeu informações detalhadas sobre como proceder com a queixa crime e solicitar medidas protetivas, incluindo contato com a Defensoria Pública e acompanhamento psicossocial no Centro Especializado de Atendimento à Mulher (CEAM).
Conforme orientações policiais, a vítima foi instruída a buscar apoio da Defensoria e contatar o CEAM para mais assistência.
Foram esclarecidos detalhes sobre como proceder para retirada de pertences e contato com o Poder Judiciário para a efetivação das medidas protetivas de urgência.
A orientação incluiu ainda a possível assistência com transporte e alimentação, e a mulher foi instruída a seguir o acompanhamento necessário com órgãos especializados. O caso continua sob análise para determinar as medidas judiciais aplicáveis.
Segundo a polícia, a solicitação de afastamento do lar foi formalizada, e providências estão em andamento para garantir a segurança da vítima.
As autoridades monitoram a situação, e a vítima foi informada sobre os canais de suporte disponíveis, além de ser encorajada a manter contato com o Poder Judiciário para quaisquer desenvolvimentos adicionais.